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Um produto 100% nacional pode, desde março de 2012, andar na crista das ondas nos quatro cantos do mundo. A ideia partiu do arquiteto e surfista Nuno Mesquita que, impulsionado pela força do empreendedorismo, desenvolveu uma série de pranchas com o selo “eco” para a marca lusa AHUA.



As pranchas de surf sempre deram alegria a muitas pessoas, mas havia um senão para que todas entrassem nesta “boa onda”. Porquê? Porque o material por excelência das pranchas de surf – o poliuretano – não é tão amigo do ambiente quanto seria desejável.
E isso é uma "pedra no sapato" para fabricantes e surfistas, que têm vindo a testar novos materiais para reduzir ainda mais o impacto (já de si pouco nocivo) do surf no meio ambiente.

Aqui a cortiça entra em ação pelas mãos de Nuno Mesquita que juntando dois projectos de vida, o surf e a arquitectura,  criou uma série de pranchas neste material de características únicas, com uma fivela adaptável, para a marca AHUA.
Se as alais – pranchas estreitas e compridas que eram as prediletas dos surfistas até inícios do século XX –, como a da imagem, são produzidas a partir de uma peça única de madeira de paulownia, as handplanes – ou pranchas de mão, que são usadas pelos bodysurfers – são feitas a partir de um produto nacional de excelência: a cortiça, que é 100% natural, hiperleve, e flutuante.
A AHUA – surf within é uma marca lusa dedicada à criação, produção e venda de alaias (finas pranchas) para o surf, e pranchas de mão (ou handplanes) para o bodysurf.


AHUA – surf
Handplanes, €69 – €79; Alaias €385

Na onda eco

Surfar numa prancha de cortiça
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