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Desde o início de setembro que o som metálico das tesouras a cortar as uvas ecoa pelo vale do Douro. Com o fim do verão e a chegada do outono, chega o momento ímpar das vindimas, repetindo-se um ritual anual que atravessou gerações. Durante semanas, toda a região é um manifesto de trabalho e folia.


Nas vinhas e nos lagares, homens e mulheres “coreografam” uma dança de mãos e de pés que perdurará até ao último cacho. Como sempre, a dureza da faina será entretida com modinhas e gracejos, num dia que é longo, mas que se despede em festa.

O auge das vindimas ocorre durante o mês de outubro e há inúmeros programas turísticos que tornam possível viver a experiência de ser vindimador por um dia ou de participar na tradicional pisa das uvas com que se faz o melhor vinho do Porto.
várias quintas que promovem estes programas, que conciliam a experiência das vindimas com a gastronomia, o lazer e a descoberta desta região que é património da humanidade.
As que se seguem são algumas delas:

Solar dos Canavarros

Anualmente durante os meses de Setembro e Outubro, o Solar dos Canavarros celebra as vindimas. Visitar o Douro nas Vindimas é conhecer por dentro a alma do povo Duriense. Nesta época do ano os vinhedos fervilham de atividade e no ar sente-se o aroma da uva.

Quinta do Portal

Abraçam de forma entusiástica o enoturismo, criando um projeto único e inovador que reúne num só local a dupla essência do Douro: a Vinha e o Vinho. Assim nasceu a Casa das Pipas, por entre os vinhedos que se encontram à distância de um abraço, permitindo ainda vislumbrar o Douro montanhoso que recorta o horizonte, desafiando os céus. Complementam esta oferta com a Casa do Lagar que confina harmoniosamente com a aldeia de Celeirós do Douro, e que resulta da recuperação de um lagar de azeite tradicional.

Quinta do Vesúvio

Todos os anos, a partir de meados de setembro, é tempo de vindimas na Quinta do Vesuvio e a voz do capataz pode ser ouvida dentro da adega, incitando os pisadores enquanto fazem o corte. (...)a pisa das uvas acabadas de vindimar não é feita por máquinas mas sim pelos pés de homens e mulheres em tanques de pedra, abertos, chamados lagares. O dia foi longo e o grupo de pisadores passou o dia nas vinhas a vindimar as uvas à mão. Este é o motivo porque cantam, incentivando-se mutuamente para continuar a pisar as uvas frequentemente até altas horas da noite.











Fotos por Quinta do Portal

Vindimas

Douro, Mãos de Tesoura
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